| Capitão da Juventus, Vialli ergue a taça de campeão da UEFA Champions League 1995/96. |
Frio, calculista, matador. Viali era um exímio camisa 9, que tinha uma enorme presença de área e facilidade na definição das jogadas.
Escreveu sua história jogando na Itália e também na Inglaterra. Por onde passou, venceu. E agora vamos relembrar um pouco da sua trajetória no futebol.
Logo aos nove anos de idade, Vialli demonstrava seu ótimo faro de gol no clube amador, A.S. Pizzighettone. Com o destaque, foi contratado em 1978 pelo Cremonese, começando então sua trajetória como jogador profissional.
Sua primeira oportunidade no profissional do clube foi com 16 anos e o jovem logo começou a corresponder. Em tentativas incessantes, ajudou a equipe de Cremona no acesso a Série A na temporada de 1984. Com dez gols marcados na campanha do acesso, recebeu várias sondagens de outros times. E equipe escolhida pelo jovem atacante foi a Sampdoria.
Em Gênova deixou seu nome marcado história da Samp, sendo peça fundamental na maior fase vencedora do clube. Juntamento com Roberto Mancini, formou uma das duplas de ataque mais letais do futebol Italiano. O entrosamento entre os dois era tão grande que a dupla ganhou o apelido de Gemelli del gol (gêmeos do gols).
Juntos venceram na Sampdoria os títulos da Copa da Itália de 1984/85, 1987/88, 1988-89, o scudetto de 1990-91; inclusive até hoje é o único da Samp em sua história. Além da Recopa Européia de 1989-90 e a Supercopa da Itália de 1991.
Pelos Blucerchiati, foram oito temporadas, 346 jogos disputados e 141 gols marcados. Vialli é o segundo jogador com mais gols na história da Samp.
Seu sucesso também o levou para a seleção Italiana. Pela Azurra atuou em 59 partidas e marcou 28 gols. Participou das Copas do mundo de 1986 no México e 1990, na Itália.
Em 1992 a Juventus acertou a compra de Vialli junto a Sampdoria por cerca de 16,5 milhões de euros. No mesmo ano, o atacante também fez sua última partida pela seleção. Vialli se envolveu em polêmica com o então treinador da Azurra, Arrigo Sachi. O desentendimento aconteceu após o atacante afirmar que torcia pelo sucesso da seleção brasileira, com isso Sachi nunca mais o convocou.
Chegando a Juventus, também encontrou atacantes que o completaram. Se na Samp ele formava uma dupla com Mancini, na Juve formou um tridente ao lado de Roberto Baggio e Fabrizio Ravanelli.
Em sua primeira temporada já sagrou-se campeão na Copa da UEFA, vencendo na final o Borussia Dortmund por 6 a 1 no agregado.
Em 1994/95 veio a dobradinha com o título da Copa Itália e o Campeonato Italiano. Na conquista do scudetto, Vialli marcou 17 gols. A temporada só não foi mais perfeita porque na Final da Copa da UEFA a Juve parou no Parma.
O maior feito ainda estava por vir. Na temporada seguinte, Vialli ajudou a Juve voltar ao topo da Europa, desbancando na grande final da Champions League a forte equipe do Ajax. O título da Supercopa da Itália também foi conquistada pelos bianconeri.
Gianluca Vialli encerrou sua na trajetória na Juventus na temporada 1995/96, com 242 jogos e 184 gols marcados.
Aos 31 anos, Vialli foi se aventurar no futebol inglês, mais precisamente no Chelsea. Time que ainda não tinha todo poderio financeiro de Roman Abramovich, que só viria em 2003.
Nos Blues também teve bastante sucesso. Logo na primeira temporada, marcou 11 gols em 34 jogos, e conquistou o título da Copa da Inglaterra.
Na temporada seguinte veio o título da Recopa Europeia e a Copa da Liga Inglesa encima do Middlesbroug, mesmo adversário que derrotou no título da FA Cup 96/97. Em seu segundo ano de Chelsea foram 19 gols em 34 jogos.
Aos 35 anos, já sem o mesmo vigor físico, Vialli se aventurou com técnico de futebol, no próprio Chelsea na temporada 1998/99, onde alternou como comandante do time e jogador. Atuou em 20 partidas, marcou 10 gols e conquistou a Supercopa da UEFA.
Logo aos nove anos de idade, Vialli demonstrava seu ótimo faro de gol no clube amador, A.S. Pizzighettone. Com o destaque, foi contratado em 1978 pelo Cremonese, começando então sua trajetória como jogador profissional.
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| Vialli ainda jovem com a camisa do Cremonese. |
Em Gênova deixou seu nome marcado história da Samp, sendo peça fundamental na maior fase vencedora do clube. Juntamento com Roberto Mancini, formou uma das duplas de ataque mais letais do futebol Italiano. O entrosamento entre os dois era tão grande que a dupla ganhou o apelido de Gemelli del gol (gêmeos do gols).
Juntos venceram na Sampdoria os títulos da Copa da Itália de 1984/85, 1987/88, 1988-89, o scudetto de 1990-91; inclusive até hoje é o único da Samp em sua história. Além da Recopa Européia de 1989-90 e a Supercopa da Itália de 1991.
Pelos Blucerchiati, foram oito temporadas, 346 jogos disputados e 141 gols marcados. Vialli é o segundo jogador com mais gols na história da Samp.
Seu sucesso também o levou para a seleção Italiana. Pela Azurra atuou em 59 partidas e marcou 28 gols. Participou das Copas do mundo de 1986 no México e 1990, na Itália.
| Mancini e Vialli, dupla que rendeu muitos títulos a Sampdoria. |
Em 1992 a Juventus acertou a compra de Vialli junto a Sampdoria por cerca de 16,5 milhões de euros. No mesmo ano, o atacante também fez sua última partida pela seleção. Vialli se envolveu em polêmica com o então treinador da Azurra, Arrigo Sachi. O desentendimento aconteceu após o atacante afirmar que torcia pelo sucesso da seleção brasileira, com isso Sachi nunca mais o convocou.
Chegando a Juventus, também encontrou atacantes que o completaram. Se na Samp ele formava uma dupla com Mancini, na Juve formou um tridente ao lado de Roberto Baggio e Fabrizio Ravanelli.
Em sua primeira temporada já sagrou-se campeão na Copa da UEFA, vencendo na final o Borussia Dortmund por 6 a 1 no agregado.
Em 1994/95 veio a dobradinha com o título da Copa Itália e o Campeonato Italiano. Na conquista do scudetto, Vialli marcou 17 gols. A temporada só não foi mais perfeita porque na Final da Copa da UEFA a Juve parou no Parma.
O maior feito ainda estava por vir. Na temporada seguinte, Vialli ajudou a Juve voltar ao topo da Europa, desbancando na grande final da Champions League a forte equipe do Ajax. O título da Supercopa da Itália também foi conquistada pelos bianconeri.
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| Vialli pela Juve, atrás dele um jovem chamado Del Piero. |
Aos 31 anos, Vialli foi se aventurar no futebol inglês, mais precisamente no Chelsea. Time que ainda não tinha todo poderio financeiro de Roman Abramovich, que só viria em 2003.
Nos Blues também teve bastante sucesso. Logo na primeira temporada, marcou 11 gols em 34 jogos, e conquistou o título da Copa da Inglaterra.
Na temporada seguinte veio o título da Recopa Europeia e a Copa da Liga Inglesa encima do Middlesbroug, mesmo adversário que derrotou no título da FA Cup 96/97. Em seu segundo ano de Chelsea foram 19 gols em 34 jogos.
Aos 35 anos, já sem o mesmo vigor físico, Vialli se aventurou com técnico de futebol, no próprio Chelsea na temporada 1998/99, onde alternou como comandante do time e jogador. Atuou em 20 partidas, marcou 10 gols e conquistou a Supercopa da UEFA.
| Gianluca Vialli ergue a taça de campeão da Recopa Européia pelo Chelsea. |
Na temporada 1999/00 conquistou a FA Cup, agora se dedicando inteiramente como treinador. Logo no inicio da temporada 2000/01 levou os Blues ao título da Community Shield, mas não acabou a mesma, sendo demitido na metade da temporada.
Foi contratado pelo Watford, na temporada 2001/02, onde não teve muito sucesso e optou por encerrar sua carreira como treinador.
Clubes: Cremonese (1980-1984), Sampdoria (1984-1992), Juventus (1992-1996) e Chelsea (1996-1999)
Carreira como treinador: Chelsea (1998-2000) e Watford (2000-2002)
Seleção italiana: 59 jogos e 16 gols
Títulos: 2 Serie A (1990-91 e 1994-95), 4 Coppa Italia (1984-85, 1987/88, 1988-89 e 1994-95), 2 Recopa da Europa (1989-90 e 1997-98), 1 Liga dos Campeões da Europa (1995-96), 1 Copa da UEFA (1992/93), 2 Copa da Inglaterra (1996-97 e 1999-00), 1 Copa da Liga Inglesa (1997-98) e 2 FA Community Shield (1998 e 2000)
Prêmios individuais: Artilheiro do campeonato Europeu sub-21 (1986), Artilheiro Copa Itália (1988/89), Artilheiro da Supercopa da Europa (1989/90), Artilheiro Série A (1990/91).


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